O futuro da motelaria passa por gestão, experiência e tecnologia
O setor deixou de competir só por localização e preço. Quem decide o próximo investimento precisa entender o que mudou na demanda, no custo de operar e na expectativa de quem chega.
Tudo o que o Radar Moteleiro publicou, da mais recente à mais antiga.
O setor deixou de competir só por localização e preço. Quem decide o próximo investimento precisa entender o que mudou na demanda, no custo de operar e na expectativa de quem chega.
A taxa básica muda o custo do crédito, mas não decide sozinha se a reforma vale a pena. Estes são os números que precisam estar na mesa antes da conversa com o banco.
A transição do modelo de tributos sobre consumo alcança quem hospeda, quem vende bebida e quem serve comida — três atividades que convivem dentro do mesmo motel.
Privacidade continua sendo o principal atributo do setor. O que mudou foi tudo o que o hóspede passou a considerar óbvio antes e depois dela.
Faturamento alto com margem apertada é a situação mais comum e mais difícil de enxergar. O caminho para separar as duas coisas começa com quatro números.
Migrar de mercado ou renegociar contrato são decisões válidas. Elas rendem muito mais depois que a operação para de pagar por energia que ninguém usou.
Avaliação pública de um motel tem uma particularidade: parte do público não quer ser identificada. Isso muda a forma de responder — e o que não se deve escrever nunca.
Consumo é a segunda fonte de receita da maioria dos motéis e a primeira em perda silenciosa. Quatro controles resolvem a maior parte do problema.
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